Chevrolet Spin é lançada

A Chevrolet segue o seu calendário de atualização da sua linha de produtos, e dessa vez foram dois produtos que deixaram a linha de produção para serem substituídos. Meriva e Zafira foram substituídos por um único produto, o Spin, que assim como ocorre em outros modelos disponíveis no Brasil, é oferecida em duas configurações: Cinco e sete lugares, o que permitiu a substituição de Meriva e Zafira de uma única vez.

Quando as primeiras imagens do modelo chegaram na internet, ficou claro que as linhas do produto seguiam a tendência inaugurada pelo Agile e seguida também por Cobalt e S10: Dianteira com a grade em proporções distoantes dos faróis, vincos pelas laterais e lanternas traseiras com detalhes na parte interna das lentes. O que ficou ruim no Agile, aceitável no Cobalt e S10 ficou terrível no Spin.

O novo carro familiar da Chevrolet ficou com as linhas absolutamente distoantes. As lanternas traseiras são pequenas em relação à tampa do porta-malas. A chamada linha de cintura lateral é muito alta, deixando os vidros pequenos e certamente prejudicando a visibilidade e os vincos ficaram muito pronunciados. A dianteira, por sua vez, ficou estranha, pois é curta e pouco combina com o tamanho exagerado da grade.

Um desenho desastroso externo desastroso. Que parece ser um pouco compensado pelo interior, que apresenta tons diferentes e certo cuidado no acabamento, dentro da proposta de não custar muito caro. Há um bom nível de equipamentos de série e o automóvel recebe, na versão de sete lugares, uma nova versão do conhecido motor 1,8 litro da Chevrolet.

O conhecido motor é o mesmo que já equipou inúmeros carros da Chevrolet, desde sua primeira utilização no Brasil. As novidades que o fizeram ser rebatizado, agora passa a ser chamado de Econo.Flex, tal qual o motor 1,4 litro do Cobalt, inclui novo mapeamento da injeção eletrônica, com adoção de acelerador eletrônico, novos coletores de admissão e escapamento. Dessa forma, a potência máxima é de 106 cavalos com gasolina e 108 cavalos de potência máxima abastecido com etanol.

São números que causam estranheza ao consumidor, pois o motor 1,4 litro, também Econo.Flex, é capaz de atingir 105 cavalos com etanol. Acontece que o motor maior teve calibração ajustada para entregar boa potência e torque já em baixas rotações, o que não ocorrer com o 1.4 litro. Além disso, a GM parece ter evitado a concorrência interna, desenvolvendo um motor mais potente, ou tão potente quanto, o motor 1,8 litro do Cruze, bem mais moderno.

Enquanto a nova planta da GM para fabricação de motores, em Joinville-SC, não fica pronta e inicia a produção, o antigo motor deve continuar sendo adotado nos automóveis da marca Chevrolet. O Cobalt com o mesmo motor 1,8 litro será apresentado em breve, e assim como acontece com o Spin, deverá ter opção de câmbio automático de seis velocidades.

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