Pastilhas de freio TRW/Varga no Omega

No último final de semana precisei fazer mais uma manutenção nos freios do meu Omega 4.1. As pastilhas de freio que foram trocadas há pouco tempo, aproximadamente 6.000 km, começaram a bater na pinça, chegando o sensor de desgaste a se soltar da pastilha e consequentemente se quebrar, além de acender a luz do check-control no painel do carro.

Antes de eu mesmo resolver colocar a “mão na massa”, voltei ao lugar que havia feito a última troca de pastilhas, época de casamento, os sábados pela manhã estão sempre ocupados com alguma atividade relacionada ao evento. Chegando lá, expliquei que as pastilhas batiam e desmontaram a roda direita, onde o problema estava acontecendo.

Verificaram cavalete e pinos guia e constataram que não havia folga, sugeriram que as molas das pastilhas estavam ruins, e aplicaram silicone nas “costas” da pastilha para cessar o batuque, não adiantou muita coisa. Não concordei com a idéia do silicone, mas sem tempo que estava, se aquilo fosse suficiente para resolver o problema, mesmo que paliativamente, estava ótimo.

Deixei barulhento mais algum tempo e no último final de semana comprei um novo sensor de desgaste e um jogo de pastilha, da TRW / Varga, e me assustei com a péssima qualidade das pastilhas. O sensor de desgaste de pastilhas do Omega seis cilindros tem um pino que se encaixa no rebite da mola da pastilha, e acusa no painel quando a pastilha tem menos de 1,6 mm de material de atrito. O problema com as pastilhas da varga é que o furo do rebite é enorme!

Não sei se a TRW / Varga não possui um controle de qualidade eficiente ou se simplesmente ignoram o fato de ainda existirem proprietários de Omega nacional como eu que fazem questão de ter todos os sensores funcionando corretamente. Comprei então um jogo de pastilhas da BOSCH, e esta marca sim apresentava um rebite com furo central em diâmetro capaz de segurar o sensor em seu local.

Vejam o vídeo abaixo onde mostro a diferença entre o encaixe de sensor das pastilhas BOSCH, TRW/VARGA e SYL, que estavam montados no carro e fazendo barulho.

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5 comentários em “Pastilhas de freio TRW/Varga no Omega

  1. Coloquei pastilhas TRW no meu Marea 1.8 2007, com 30.000km. Estas pastilhas são, de fato, MUITO ruins. O freio ficou duro e “esponjoso”. Uma porcaria.

  2. Rapha, vc comprou a linha S-Max da Bosch? Acho que vc comprou a melhor pastilha disponível no mercado… Com maior coeficiente de atrito e menor abrasão do disco… Pode me passar a numeração dela?

      1. Mas quantos km vc rodou? Realmente não me importo com a km, mas se a pastilha é boa, se segura bem o carro, não faz ruído, etc… Mas queria saber se vc realmente gostou dessas pastilhas, indicaria pra alguém?

  3. Márcio, a pastilha é muito boa. Recentemente começou a fazer chiar nas frenagens, mas umas duas semanas após o início do ruído acendeu no painel aviso do check-control sobre o desgaste, vou avaliar amanhã na oficina.

    Não me lembro da quilometragem do carro à época, mas as pastilhas devem ter durado coisa de 20.000 km, considero pouco, mas em minha viagem de lua-de-mel, usei muito o freio, o que geralmente não acontece. Peguei umas estradas sinuosas e acelerei bastante e consequentemente utilizei muito freios.

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