Nunca retifiquei motor

Hoje no horário do almoço me coloquei a pensar sobre retífica de motores, isso aconteceu logo após conversar com um amigo sobre preços para compra de um cabeçote de Corsa novo, original GM, ou um cabeçote revisado em retífica. Logo ao final da ligação, o assunto começou a ecoar na minha cabeça, foi quando me lembrei: Nunca retifiquei motor.

Com o Chevette, já rodei algo em torno de 100.000 km, no Omega, ultrapassei os 45.000 km recentemente e com o Chevette Tubarão, hoje em poder do meu sogro, rodei bem uns 30.000 km.

O Chevette azul, logo que ele passou a ser “administrado” por mim, ainda me lembro, havia um problema com o motor. O óleo estava sumindo do cárter. Em uma viagem para São Paulo em 2005, completei em cada trecho, ida e volta, um litro de óleo devido à queima do lubrificante durante o funcionamento do motor. Na volta da viagem, estava decidido a consertar o problema e encaminhei o carro para o mecânico, preparado para uma retífica completa.

O diagnóstico veio em poucos minutos, com o simples teste de desligar individualmente os cabos de vela de cada cilindro, afim de verificar se o problema era geral, por desgaste, ou individual de um cilindro, podendo ser um problema mais simples, como um anel de vedação quebrado. E foi isso. O motor nem foi encaminhado para retífica e os conjuntos de pistão e biela foi removido do motor por baixo, apenas o cárter e a árvore de manivelas foram retirados. A medida dos novos anéis: Standard. Coisa de motor novo, mesmo com mais de 150.000 km rodados à época. Hoje o Chevette está com mais de 280.000 km e ainda esbanjando vitalidade.

O Omega comprei com apenas 41.700 km. Hoje já rompendo a barreira dos 87.000, não demonstra nenhum sinal de desgaste. O óleo sempre está no nível, a água do sistema de arrefecimento mantém seu nível normal e o motor não danifica escapamentos por causa de excesso de óleo na fumaça resultante da combustão. Segundo meu mecânico, o GM 250 roda tranquilamente meio milhão de quilômetros sem ser necessária qualquer intervenção de retífica, estou tranqüilo.

Já o Tubarão, depois de rodar bastante comigo, só apresentou problema depois de pouco mais de um ano como propriedade do meu sogro. A sede da válvula de escape do terceiro cilindro estragou e a válvula travou. O cabeçote seguiu para retífica e todas as sedes foram revisadas, foram trocadas as molas, válvulas e todos os componentes do cabeçote, ficou novo.

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