Cordisburgo

No final de fevereiro, no primeiro final de semana com o Omega, fiz uma viagem até Cordisburgo. Meu objetivo era avaliar o desempenho do “seis bocas” na estrada, além de curtir um dia agradável com a minha namorada.

Tanque cheio, pneus calibrados, tudo verificado, saí para buscar a Priscila e o irmão e depois a Bruna e o Marcelo, brother Balboa. Entrei na Via Expressa de Contagem em direção a rodovia 040.

Quando comecei a rodar nessa estrada entre BH e Brasília, deu pra sentir o apetite de 4100 cm3. O carro desenvolve velocidades entre 100 e 160 km/h com uma facilidade absurda. Aliado a isso o excelente acerto da suspensão independente nas quatro rodas e a tração traseira e pneus de medida 205/60, fica muito difícil encontrar alguém com a mesma disposição para “comer” o asfalto. Sem falar no conforto: Vidros fechados, ar-condicionado ligado e o som tocando discos do Iron Maiden, RUSH, Cartoon e Pink Floyd.

A rodovia 040 é duplicada no trecho entre Belo Horizonte até o trevo de Sete Lagoas, a partir desse trevo, a pista é simples o que dificulta as ultrapasagens. A boa notícia é que o trecho está em obras de duplicação, em virtude do tal Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), que parece mais um plano eleitoreiro, mas não vamos entrar no assunto político.

Depois de pouco mais de uma hora de estrada, chegamos à Cordisburgo. O plano era visitar a Gruta de Maquiné e também o Museu de Guimarães Rosa. Seguimos o cronograma e assim que chegamos, após algumas informações chegamos à gruta.

A infraestrutura do local me impressionou, achei melhor preparado para receber os turistas que a Gruta da Lapinha em Lagoa Santa. Um restaurante na entrada, lembranças à venda. Em favor da Lapinha, uma melhor organização das visitas, com maior intervalo entre cada grupo e melhores instruções de conservação do local e uso de capacetes. Fizemos algumas fotos, mas em locais escuros como aquele, precisaríamos de uma câmera melhor, e infelizmente esqueci a minha em casa.

Depois da visita, almoçamos no restaurante que fica na entrada da gruta, gostei bastante da comida, tanto sabor quanto preço! E em seguida um breve descanço, voltamos para a cidade para visitar o museu de Guimarães Rosa.

O museu é muito interessante. Como sempre, fico frustrado com estas questões de literatura, porque eu simplesmente não consigo gostar de ler, então sempre fico um pouco deslocado quando o assunto é livros, autores e etc. Portanto, na minha ignorância literária o mais interessante foi mesmo perceber o modo de vida no tempo em que Rosa era vivo.

Abaixo, uma foto da Barca descansando em frente ao Museu.

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